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sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Pequenos amáveis"


"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma." (Pitágoras)

Ontem recebi uma reclamação que o Blog estava muito "totalmente para mulheres" , e me pediram para falar sobre Pássaros ( rsrsrs, engraçado? Também pensei isso na hora) .
Como não sei muita coisa sobre pássaros, ( na verdade não sei nada! ) resolvi estender esse assunto para falar sobre ANIMAIS.

Bella, minha São Bernardo com 4 meses
Pensei em começar com aquela frase bem popular na boca das mulheres , “Quanto mais conheço os homens, mais amo meu cachorro.”, mas quem sugeriu o assunto foi um homem, preferi um título menos agressivo.
Bom, esse é um assunto que talvez seja uma boa hora para ser postado, ou não. Ha exatamente uma semana um dos meus cachorros faleceu. O lado positivo disso? Foi de velhice, então pouco sofreu.
O lado negativo? Acredito que todos os que sobraram.
Esses “pequenos amáveis” integrantes da família nos conquistam de uma forma inexplicável. Fazem com que nosso instinto paternal surja no momento que menos esperamos. Sim, paternal. Pois acreditamos que eles passam a depender da gente, mas na verdade quem passa a depender deles, somos nós.
Eu estou falando de uma dependência diferente. Não me refiro a dependência para continuar a vida, aquela que precise de tratamento,que faça mal, ou que possa nos levar a morte.
Estou falando de uma dependência no dia-a-dia. Aquela necessidade de chegar depois do trabalho e ver aquele rabinho abanando. Ou então de levantar da cama e ouvir pegadinhas vindo atrás de você. Uma dependência até mesmo muda ou imóvel. Mas a necessidade de se comunicar e a certeza da fidelidade. 
Max, em Dezembro de 2010
O Max era um São Bernardo, uma raça que muitos tem vontade de ter, ou pelo menos de ter uma foto com ele.
Já estava com a gente ha muitos anos. E mesmo não o vendo todo dia, pois ele ficava na nossa casa de campo, ele era aquela coisa fofa e mais educada que podia existir. Uma criança em forma de urso. Com certeza ele deixou aquela saudade que nenhum outro poderá substituir.
Passei minha infância indo aos finais de semanas para nossa fazenda. Então nada mais certo que animais seria a minha paixão. Tenho um pai que sempre me apoiou a cada pequeno que eu  trazia da rua para casa. Então tudo ficava mais fácil.
O problema é que sou considerada meio Felícia, sabe?
Uma das história tristes e ao mesmo tempo engraçada que foi da minha segunda coelhinha. Falo segunda por já tive quatro. A primeira foi a Poliana, depois que meu pai montou uma casinha de madeira pra ela com hortinha ela fugiu. A segunda foi a Mel, tenho um trauma até hoje. Com a minha mania de higiene, ( outra coisa que com o tempo vou citar muito ) , queria dar banho na coelha todos os dias. Em um dia que estava meio malzinha, juntando o frio e o banho ( =/ ), ela não aguentou.  Fiquei tão mal, que depois de um tempo meu irmão resolveu me dar mais alguns coelhos. No final fiquei com dois só, O Brad e o Ricardo. Lindos. O Brad era praticamente um cachorro. Qualquer pessoa que chegava em casa ele corria para ganhar carinhos. Porem acabaram com o quintal da minha mãe, e ai já sabe né? Bye Bye
Bom, e para terminar o Post deixo dois vídeos. Um do papagaio do meu pai ( um pássaro), o Chicó 2º dançando. E outro que é um vídeo triste, mas com certeza verdadeiro.





Dica do Dia:
Qualquer duvida, denuncia, ou problema procurar os Amigos dos Animais.